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Items tagged with: artista
Tag was last used: Jun 27, 2009
 
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Posted By:  pretinha
Posted On:  Jun 27, 2009

  NEGROS MORREM POR QUE BRILHAM DEMAIS

Na semana de morte do ídolo pop, assisti o filme sobre a vida e obra de Wilson Simonal. O aniversário de sua morte - 25 de junho - coincidiu tristemente com a morte de Michel Jackson e fez-me lembrar do aniversario de nascimento de João Cândido - 24 de junho. Um resgate necessário sobre as...... [view]

Posted By:  alf940
Posted On:  Jan 15, 2009

  Carmen Machi, contestada

Carmen Machi, IN para muchos, OUT para unos pocos * Publicado por Alfonso Valencia * 15 Enero, 2009 * Sin Comentarios carmen machi manifestacion contra Israel La actriz madrileña Carmen Machi presentará la XXIII edición de los Premios Goya y ha dicho, en unas...... [view]

Posted By:  criscasty
Posted On:  Mar 28, 2008

  "Sentimento Pirata" Victor Chaves - (Victor & Léo)

"Sentimento Pirata" - Victor Chaves (Victor & Léo) - Site Oficial da Dupla - Esse texto é maravilhoso, leia e pense bastante antes de comprar qualquer coisa na sua vida, as palavras são profundas, me identifico demais! "Nesse tempo, em que se discute tanto sobre o tema “pirataria”,...... [view]

Posted By:  MateusFernandes
Posted On:  Jan 8, 2008

  Poesia Trans - Pessoas Trans

Em homenagem ao Chacal , que teve o livro Belvedere (ed. CosacNaify/ 7Letras) finalmente lançado, com a reunião de sua poesia escrita entre 1971 e 2007 e que, por conta disso, conquistou o prêmio APCA 2007 . Mas é também em homenagem às crianças dos filmes abaixo (em inglês):...... [view]

Posted By:  MateusFernandes
Posted On:  Apr 12, 2007

  Da arte como transição

Sim, a arte não é força criadora, atividade criativa, dependente da criatividade do artista. Arte não pode ser só talento-dom, posto que também é dedicação e exclusividade de atenção. Mas, de onde vem - e como se mantém - essa paixão avassaladora que arrasta e subsiste por...... [view]

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Toolkits & Publications

  Eduardo Costa - Cantando e Sofrendo Sozinho

Submitted By:   criscasty
Author Name:  André Piunti - Universo Sertanejo
Published:  0000-00-00

Website:  http://www.universosertanejo.com.br/?p=67
  Description:   Ele não tem um segunda voz, não é candidato a cantor preferido dos universitários e não está, diga-se a verdade, se importando muito com o que dizem sobre ele. Eduardo Costa não faz parte do sertanejo moderno, e é justamente por isso que vem ganhando espaço. Sua simplicidade aparente contrasta com suas interpretações dramáticas, sua principal característica. Ou alguém já viu um cantor sofrer mais que ele em alguma música? Apesar de ter em seu repertório diversas boas canções animadas, é no romantismo que Eduardo se destaca. Eduardo nasceu em Belo Horizonte, começou a cantar ao lado dos tios, chegou a ter uma dupla e, há quase 15 anos, decidiu seguir a complicada carreira-solo. “No começo, eu não tinha muitos recursos e gravei um CD voz e violão. Pra você ter uma idéia, o meu trabalho foi parar no estado de Goiás. Intitularam o meu CD de “O menino de Goiás”, e me contaram que eu tava fazendo sucesso. Morei lá por um tempo, foi aí que eu tive a certeza que a minha vida era a música”, explica o cantor. O tal disco “O menino de Goiás” não ficou restrito à Minas/Goiás. Foi para São Paulo, para o Rio, chegou ao Nordeste. Como? Eduardo Costa é um dos artistas sertanejos que mais colheu coisas boas com o mal da pirataria. Através dela - e sem o consentimento do cantor -, seus discos correram o Brasil. A questão central é que seu trabalho, de fato, agradava. “Eu fiquei conhecido através da pirataria. Tem coletâneas que eles fazem (os piratas) que nem eu tenho. É um movimento difícil de controlar”, conta. Sua primeira música a tocar nas rádios foi “Coração Aberto”, do álbum homônimo. Mesmo com a boa aceitação da música, fazer sucesso em São Paulo continuava sendo um grande desafio. Para complicar ainda mais a situação, muitos comparavam sua voz à de Zezé di Camargo, o que acabava criando certa rejeição por parte de quem o ouvia. Eduardo Costa seguiu gravando bons discos, até o dia em que pensou em gravar um CD, por conta própria, com as músicas que gostava de cantar em bares. Dessa forma, surgiu o “No Buteco”, disco que mudaria sua carreira. Em outubro de 2006, a revista “Época” noticiou que “No Buteco” estava entre os 15 discos mais vendidos da semana. Desses 15 trabalhos, o de Eduardo era o único que não havia contado com divulgação em âmbito nacional. O sucesso do mineiro chamou a atenção da Universal Music, que lançou, ano passado, seu primeiro DVD, e que lançará, na próxima terça-feira, “Cada dia te quero mais”, novo disco do cantor, produzido pelo renomado César Augusto e com a participação de Bruno e Marrone. Com o sucesso batendo à porta, Eduardo não esquece das dificuldades que teve para que seu trabalho fosse aceito nas rádios paulistas. “O estado de São Paulo é considerado o marco e a referência de sucesso na carreira de qualquer artista, e pra mim as coisas estão caminhando. Por exemplo, o carinho dos fãs pelas ruas da capital e as minhas músicas sempre ficando entre as mais pedidas são o exemplo de que está dando tudo certo, graças a Deus”, diz. Por falar em mais pedidas, Eu Aposto, lançada em primeira mão aqui no Universo Sertanejo, já está nas listas de mais tocadas por todo o país. Eduardo Costa, que já fez turnê até nos Estados Unidos, parece se preparar para conquistar, de vez, o Brasil. André Piunti - Universo Sertanejo
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  Sentimento Pirata

Submitted By:   criscasty
Author Name:  Victor Chaves
Published:  2008-03-26

Website:  http://www.victoreleo.com/index_site.php
  Description:   "Nesse tempo, em que se discute tanto sobre o tema “pirataria”, vemos alguns segmentos em que a diferença de preço já se faz muito pequena. CD e DVD, hoje, já podem ser encontrados a bons preços em sua forma original. Isso se deve a uma reação das gravadoras, diante da necessidade de concorrer com os piratas. Porém, pouco se nota uma melhora nas vendas. Criamos sentimentos piratas dentro de nós mesmos e, sem sentir, agimos automaticamente, sem pensar. Dizemos que um artista vive de shows e que o preço do produto original é abusivo, antes mesmo de buscarmos informação própria e concreta, achando nisso, uma boa desculpa só para pagar menos por menos. Não nos preocupamos com o fato de que, somente através da distribuição, este produto chega até nós e a outras pessoas como foi realmente criado, em diferentes lugares. E para haver distribuição, é preciso que venda. Em outras palavras, se adquiro um produto pirata de um artista que gosto, sem saber, estou enfraquecendo o prestígio profissional deste artista e, quem sabe, minando a continuidade de sua carreira. É comum dizermos: “Do artistas que gosto, só compro original”. Mas fica difícil entender, visto que, se não gostamos de algo, porque iríamos comprar? Para aquilo que não gosto, qualquer preço é alto. Tomemos cuidado com a auto-pirataria de cada dia. Nossa necessidade de grandeza está em não sabermos onde escondeu-se nosso amor próprio. Por isso, pirateamos a auto-estima comprando roupas de marca, carros potentes, adornos finos e até pessoas, achando que, assim, tornarmo-nos mais poderosos e superiores. Não há nada de errado em ter conforto e prazer e é sabido que, muita vez, é preciso pagar para isso. Porém, a razão de se obtê-los é que deve ser medida. Podemos piratear o amor afetivo. Dizemos que amamos alguém, mas antes de amar-se, quem poderia, realmente, sentir amor pelo outro? Amar-se significa querer-se bem. Então, se me quero bem, desejo estar com quem faz-me bem. Há pessoas que se juntam a verdadeiros carrascos e inventam desculpas para sua posição passiva diante de alguém que simplesmente lhes faz mal. Mulheres com homens ciumentos e inseguros, por exemplo, dizem amá-los, mentindo para si mesmas dizendo que é o jeito deles, sendo que, um pouco de amor próprio poderia abrir-lhes os olhos para o que fazem: piratear o bem estar afetivo. Há homens que fogem de si mesmos, para não encarar sua insegura capacidade de buscar auto-afirmação em encontros extraconjugais. Outra forma de piratear o próprio sentimento. Nossas verdades pirateadas, muitas vezes, saem da TV, de revistas e de uma sociedade, quase totalmente, baseada em valores pouco sutis. Mas com um pouco de esforço, podemos ser nós mesmos. Aí sim, seremos originais. Ser original é seguir passos que ninguém deu, é fazer o que se sente e não o que lhe induzem, aprender com vivências próprias e não com noções distorcidas e preconcebidas do certo e errado, ser o primeiro a aplaudir diante de algo que o emocionou, sem medo do silêncio alheio. Você é um ser pirateado, com idéias impostas por sua criação, meio social e temores, ou é alguém disposto a apostar numa idéia mais alta, real e amorosa de si, a fim de tornar-se mais original?" Victor Chaves
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