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Items tagged with: corpo
Tag was last used: Sep 22, 2008
 
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TIG Blogs
Posted By:  criscasty
Posted On:  Sep 22, 2008

  "Filho é para quem pode!" - Mônica Montone

A Relação Sexual, o Prazer que nosso corpo pode proporcionar é uma das coisas mais lindas desse Planeta, sentir Prazer no corpo de uma outra pessoa, trocar essa sensação com alguém que você tenha amor, quimica, empatia, vontade...enfim é algo realmente inexplicável, mas POR FAVOR, pense...... [view]

Posted By:  criscasty
Posted On:  May 26, 2008

  Sexo Sagrado - Como Deveria Ser e Acontecer!!

Eu adoro ler sobre Evolução Humana/ Espiritual, Energia, Física Quântica, Outras Dimensões...tudo que me faça esquecer um pouco de certas coisas desagradáveis que precisamos encarar nesse atual Planeta Terra! Eu adoraria acordar em um mundo que estivesse seguindo o texto que você vai...... [view]

Posted By:  criscasty
Posted On:  Jan 20, 2008

  Pulsando!

Enquanto seu coração tenta entender o quê houve em um passado avassalador você espera assimilar a lição complexa De um mundo perturbado que te faz lembrar de uma experiência que dói e ao mesmo tempo é capaz de te fazer transpirar e suspirar profundamente por alguém que te...... [view]

Posted By:  MateusFernandes
Posted On:  Dec 9, 2007

  Trans-pondo o exxxpelho

Ontem me olhei no espelho. Olhei-me longa e atentamente, como não fazia há anos. Ao primeiro olhar, quase não me conheci – resolvi apresentar-me. Era eu mesmo que estava parado ali? Bem, muito prazer. Entrecortei, em detalhes, cada parte daquela escultura. Percorri, desejante, cada...... [view]

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Toolkits & Publications

  Onze minutos, de Paulo Coelho - o Autor fala do livro

Submitted By:   criscasty
Author Name:  Paulo Coelho
Published:  0000-00-00

Website:  http://www.paulocoelho.com.br/port/
  Description:   "Embora meu objetivo seja compreender o amor, e embora sofra por causa das pessoas a quem entreguei meu coração, vejo que aqueles que me tocaram a alma não conseguiram despertar meu corpo, e aqueles que tocaram meu corpo não conseguiram atingir minha alma" Com estas palavras, escritas aos 17 anos em seu diário, Maria, personagem principal de Onze minutos, novo livro de Paulo Coelho, dá uma pista sobre a busca que realizará ao longo da comovente obra. Para a jovem, decepcionada com os padrões afetivos e sexuais que conhece, torna-se utópica a idéia de que duas pessoas possam ter tanto o corpo quanto a alma unidos em perfeita harmonia num relacionamento. Paulo Coelho, cujos livros foram traduzidos para 56 idiomas e já venderam quase 54 milhões de exemplares em mais de 150 países, desta vez inspira-se na vida de uma prostituta brasileira na Suíça para falar do lado sagrado do sexo. No ano 2000, durante uma tarde de autógrafos em Genebra, o escritor conheceu uma mulher que havia trabalhado nas boates da cidade usando o nome de guerra Maria. Foi depois de ouvir sua história - e a de várias outras moças - que Coelho concluiu que ela seria uma excelente base para a abordagem do assunto que há tanto tempo o interessava. "Para escrever sobre o lado sagrado do sexo, era necessário entender por que ele tinha sido tão profanado", ele explica. A Maria da ficção é nordestina e teve uma adolescência pontuada por frustrações no sertão. Poderia se casar facilmente, mas não quer fazer isso antes de realizar o sonho de conhecer o Rio de Janeiro. Ela economiza durante dois anos e parte para o famoso cartão-postal. Na praia de Copacabana, ela desperta a atenção de um empresário suíço, que logo a convida a acompanhá-lo à Europa, com promessas de transformá-la numa estrela muitíssimo bem remunerada. Sempre disposta a arriscar e com a permissão de sua família, com quem compartilha o sonho dourado, Maria se muda para a desconhecida Genebra tendo em mãos um contrato assinado. Se ela o tivesse lido com atenção, talvez tivesse percebido a armadilha a tempo: um trabalho semi-escravo de dançarina numa casa noturna. Em pouco tempo, ela acaba se tornando prostituta. Com esta trajetória, semelhante à de tantas mulheres, Maria amadurece precocemente e se distancia cada vez mais dos ideais de felicidade que tinha na adolescência. No decorrer de um ano vendendo seu tempo sem poder comprá-lo de volta, como ela diz, a jovem aprende a ser prática e realista, vacinada contra ilusões. Em vez de sonhos, agora ela tem um objetivo: juntar dinheiro para comprar uma fazenda no Brasil. E seu corpo é apenas a fonte de renda necessária para isso. Paralelamente à narrativa, há o diário de Maria, onde ela anota as conclusões tiradas de sua peregrinação às avessas. "Meu livro não se propõe a ser um estudo da prostituição", diz Paulo Coelho. "Procurei fugir por completo de qualquer conotação moralista, de julgar o personagem principal pela escolha que fez. O que me interessa, verdadeiramente, é a abordagem das pessoas com relação ao sexo" De fato, dizer que Onze minutos é a história de uma prostituta seria uma definição muito simplista. Mais importante que a trajetória de Maria é o aprendizado que ela é capaz de extrair de suas duras experiências no exterior. Ela escreve em seu diário: "Os evangelhos e todos os textos sagrados de todas as religiões foram escritos no exílio, em busca da compreensão de Deus (...) - é nesse momento que os livros são escritos, os quadros pintados, porque não queremos e não podemos esquecer quem somos" Pelo menos uma característica a personagem Maria tem em comum com seu criador, Paulo Coelho: ambos são fiéis a si mesmos. O escritor diz que nunca planeja criar ou evitar polêmicas - seu compromisso é apenas falar daquilo que o preocupa, não do que todos gostariam de escutar. "Alguns livros nos fazem sonhar, outros nos trazem a realidade, mas nenhum pode fugir daquilo que é mais importante para um autor: a honestidade com o que escreve", ele explica. Na nota final, você agradece a uma certa Maria, em cuja vida teria sido baseado "Onze minutos". Até que ponto a Maria do livro é a Maria da vida real? O quanto de si mesma ela encontrará na história? Maria é um personagem real, hoje em dia casada e com dois filhos. Entretanto, o livro não é exatamente sua biografia, já que procurei usar vários elementos paralelos. Acho que ela reconheceria sua história ao longo de todo o livro, mas nem sempre enfrentaria as situações como o meu personagem enfrenta. A Maria que você conheceu na Suíça já leu o livro? Caso tenha lido, você pode dizer o que ela achou do resultado? Leu uma primeira versão, em Outubro de 2002. Me disse que o livro é uma mistura de várias pessoas. Eu disse que era exatamente esta a intenção. Perguntou quem escreveu o diário que está no livro, e disse que gostaria de ter escrito aquilo tudo que aparece em seu diário. Pediu que eu trocasse a idade do personagem masculino (eu aceitei, na realidade ele é mais velho do que aparece no livro). Outras mulheres são citadas na nota final por seus nomes de guerra. Elas são todas brasileiras? Suas histórias, assim como a de Maria, também ajudaram a compor a personagem principal? Brasileiras, colombianas, iugoslava, russa, hondurenha. Tê-las conhecido fez com que o livro se tornasse diferente do que você tinha em mente antes? A idéia de escrever sobre sexo era antiga, mas eu não tinha uma linha definida. E a gestação de um livro é algo misterioso para mim; o texto só se manifesta depois que eu já o escrevi no meu subconsciente. Talvez, nas outras tentativas de escrever sobre sexo, eu estivesse muito convencido de abordá-lo apenas em seu aspecto sagrado. Mas a realidade da vida é diferente, e estou muito mais satisfeito com a maneira como resolvi o problema da história. Qual a idéia central de "Onze Minutos"? Vivemos em um mundo de comportamento padrão: padrão de beleza, de qualidade, de inteligência, de eficiência. Achamos que existe um modelo para tudo, e achamos também que, seguindo este modelo, estaremos seguros. E por causa disso, estabelecemos um "padrão sexo", que na verdade é composto de uma série de mentiras: orgasmo vaginal, virilidade acima de tudo, melhor fingir que deixar o outro decepcionado, etc. Como conseqüência direta, este tipo de atitude tem deixado milhões de pessoas frustradas, infelizes, culpadas. E tem provocado todo tipo de aberração, como a pedofilia, o incesto, ou o estupro. Por que nos comportamos assim com algo tão importante? Leia trecho do livro no site oficial http://www.paulocoelho.com.br/port/
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  Indigência sexual e afetiva

Submitted By:   criscasty
Author Name:  Frei Betto
Published:  0000-00-00

Website:  http://carosamigos.terra.com.br/da_revista/edicoes/ed87/frei_betto.asp
  Description:   A pesquisa da Unesco sobre a sexualidade da juventude brasileira, divulgada este ano, é no mínimo preocupante. Como ressaltou Jorge Werthein, representante do organismo da ONU no Brasil, há aspectos positivos, como o repúdio à promiscuidade e a busca de mais conhecimento sobre a questão. Os jovens brasileiros tendem a iniciar a vida sexual mais cedo (entre 11 e 14 anos) e consideram desimportante a virgindade. Mas nem sempre se protegem contra as DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) e a Aids, e tendem a discriminar os homossexuais. Ano passado, acompanhei uma pesquisa realizada no Ceará. Indicava o aumento da gravidez precoce e a diminuição dos casos de aborto. As meninas, com certeza induzidas por exemplos televisivos, preferem assumir a “produção independente”, ainda que isso implique riscos de abandono da escola, ingresso na prostituição e mais criança na rua. Na pesquisa da Unesco, 14,7 por cento das entrevistadas admitiram ter engravidado, pela primeira vez, entre 10 e 14 anos. O Unicef constata que a educação escolar de uma menina vale, na América Latina, em termos de efeitos sociais, pela educação de cinco meninos. Quanto mais escolaridade da mãe, menor o índice de natalidade e maior o período de vida do filho. São as mães que assumem, sempre mais, a chefia da família, e são também as principais transmissoras de valores e sentidos aos filhos. O que me espanta é que os jovens se queixem de que têm poucas fontes de conhecimento da sexualidade. Só nas últimas décadas, as escolas começaram a introduzir o tema nas salas de aula, assim mesmo com ênfase na higiene corporal, tendo em vista as DSTs. A família, aos poucos, começa a derrubar tabus, exceto nas classes populares, onde a falta de conhecimento obriga os jovens a aprenderem “na rua”, como se dizia na minha geração. Hoje, “aprende-se” na televisão. Primeiro, com a exacerbação do voyeurismo, tipo Big Brother. É o bordel despejado, via eletrônica, no quarto das crianças ou na sala da casa. Sem que famílias, escolas e igrejas cuidem da educação do olhar de crianças e jovens. Em minha adolescência, em Belo Horizonte, havia cineclubes, onde aprendíamos, nos debates após a exibição dos filmes, a distinguir obras de arte do mero entretenimento. Por que as escolas não exibem, em vídeos, clipes publicitários, trechos de filmes e telenovelas, programas humorísticos? Não há melhor caminho para despertar a consciência crítica, o discernimento, que debater em grupo as mensagens implícitas quanto, por exemplo, à dignidade da mulher num quadro de humor ou o fetiche do carro numa peça publicitária. Os animais têm uma sexualidade atávica, presos a seus ciclos libidinosos. Talvez essa herança instintiva, acrescida de tabus religiosos, nos impeça de falar da sexualidade com a mesma liberdade com que tratamos a geografia e a história do nosso país. E, quanto menos se fala, mais bobagem se faz. O melhor seria a televisão, com o seu poder de irradiação, entrar em detalhes a respeito de menstruação e masturbação, homossexualismo e machismo, castidade e promiscuidade. Mas nem sempre interessa tratar esses temas às claras. O tabu reforça o mistério, que excita a imaginação, que alimenta o voyeurismo, que atrai milhares de telespectadores à exibição de produtos que imprimem à sexualidade o sabor libidinoso da pornografia. Ao contrário da realidade, a fantasia não conhece limites… E dá-lhe delegacias de mulheres, e a proliferação de assédios e estupros, e o preconceito aos homossexuais. Suponho que 99 por cento da humanidade case algum dia. Mas tenho certeza de que a grande maioria é obrigada a improvisar nessa opção tão importante. Pois, se ainda estamos nos primórdios da educação sexual, falta muito para atingirmos a idade da pedra da educação afetiva. Que eu saiba, uma única instituição se dedica a preparar noivos para o casamento – a Igreja. Fora disso, não há nenhuma didática que sistematize, para proveito alheio, a convivência conjugal, a educação dos filhos, os valores da família, as fases da sexualidade do casal, o modo de dialogar com os filhos sobre vida sexual e afetiva, o descasamento e o recasamento, o universo da homossexualidade etc. Em conseqüência, cada um que faça o próprio caminho, à base do improviso, repetindo erros que poderiam ser evitados se houvesse, em nossa sociedade, espaços e recursos de educação para o amor. Outro dia deparei, num hospital público, com uma menina de 13 anos, toda machucada porque havia sido espancada pela mãe. Estava grávida. Isso, a mãe aceitou. Mas ficou revoltada quando a menina declarou não saber quem é o pai. Pois havia participado da dança do “trenzinho” num baile funk: rapazes sentados, a braguilha aberta, as garotas sem calcinha pulando de colo em colo… O que me chocou não foi tanto o ritual orgíaco. Mas a carência, o vazio, a subjetividade inconsútil, a busca desenfreada de afeto reduzida àquela espécie de “roleta-russa”. Não se trata de imoralidade, e sim de amoralidade, como entre os répteis. Porque estamos começando a ter vergonha de assumir valores, cultivar o espírito e fazer projetos. Nos escombros da modernidade, tudo é aqui-e-agora, my brother. E, quando o desemprego, o baixo nível da educação, a violência, a desagregação familiar nos fecham as cortinas do horizonte da felicidade, o jeito é apelar para o prazer imediato, epidérmico, já que a vida se reduz a um jogo de sobrevivência e a morte pode estar nos espreitando na próxima esquina. Frei Betto é escritor, autor de Alfabetto - Autobiografia Escolar (Ática), entre outros livros.
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