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Items tagged with: sexual
Tag was last used: Jun 22, 2009
 
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TIG Blogs
Posted By:  zephyr
Posted On:  Jun 22, 2009

  Rethinking fatherhood

By Dr Isaac Newton: “Welcome to the fraternity of paternity,” were words of comfort that a close friend spoke, when I had given birth to a brand new season in my life. Up to that point, I had simply skirted around the thick forest of fatherhood. But I had not entered...... [view]

Posted By:  lulukabrasil
Posted On:  Jun 1, 2009

  Projeto Juventude-Ação quer capacitar jovens a distância para o combate à violência sexual

O Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, que teve origem em um encontro realizado em Natal (RN), em junho de 2000, tem como missão monitorar, avaliar e implementar o Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Contra Crianças e Adolescentes,...... [view]

Posted By:  edenomandafrica
Posted On:  Mar 11, 2009

  Platonic

Platonic love Platonic love in its modern popular sense is an affectionate relationship into which the sexual element does not enter, especially in cases where one might easily assume otherwise. A simple example of platonic relationships is a deep, non-sexual friendship between two...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Dec 27, 2008

  Will a Fierce Battle Over Gay Rights Split the Anglican Church?

By Marcela Valente, IPS News : BUENOS AIRES, Dec 22 -- On the brink of a split in the global Anglican Communion that no one is eager to enlarge on, the Province of the Southern Cone of South America has become a temporary refuge for conservative bishops from the United States who refuse to...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Dec 26, 2008

  Sodomy Laws Are Rooted in British Colonialism

By Nergui Manalsuren, IPS News: Although 66 countries signed a statement at the United Nations on Dec. 19 affirming that human rights protections extend to sexual orientation and gender identity, activists note that dozens of nations still criminalize homosexuality and seven impose the...... [view]

Posted By:  lulukabrasil
Posted On:  Dec 1, 2008

  Jovem aponta falta de interesse político no combate à exploração sexual de crianças

Uma jovem colombiana emocionou o público que participou ontem do 3º Congresso Mundial de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que acontece no Rio de Janeiro. Diante de ministros, como a brasileira Dilma Roussef, e Alan Campbel, do Reino Unido, Mariela Mercado,...... [view]

Posted By:  lulukabrasil
Posted On:  Nov 27, 2008

  Jovens querem maior participação nas políticas de combate à exploração sexual

Adolescentes de todo mundo estão reunidos no 3º Congresso Mundial de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, no Rio de Janeiro, para discutir e apresentar propostas de políticas voltadas à proteção da infância. Mais de 280 jovens estão participando de oficinas,...... [view]

Posted By:  lulukabrasil
Posted On:  Nov 11, 2008

  Projeto Vira Vida combate exploração sexual de adolescentes no Ceará

O Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (SESI), por meio do SESI/CE, lançou ontem a segunda etapa do Projeto Vira Vida, que oferece formação profissional a jovens em situação de exploração sexual. Dados preliminares sobre resultados do programa revelam que 100% dos garotos e...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Sep 13, 2008

  HIV/AIDS Challenges In The Bahamas

AIDS Officials Challenged: By Macushla N. Pinder - Nassau, Bahamas: Despite continued pleas, the challenges faced by officials of the National AIDS Programme have remained the same over the years. According to Director of the National AIDS Programme Nurse Rosamae Bain, some of those...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Aug 12, 2008

  Concerns Of The Bahamian Youths In The Bahamas

Youth “Say Something”: By Sasha L. Lightbourne - Nassau, Bahamas: Hundreds of young persons packed the Wyndham Resort ballroom Thursday evening to voice concerns and give suggestions at a youth-driven town meeting planned by "We Are The Future" youth organization. The forum, dubbed...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Aug 11, 2008

  The Challenges Of Sex Education For Chidren In The Bahamas

Early Sex Ed.......Says Minister: By Sasha L. Lightbourne - Nassau, Bahamas: Sex education classes should begin as early as the third grade in this country, according to the Minister of State for Social Services. Loretta Butler-Turner, who was a special guest at the "Say Something"...... [view]

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Toolkits & Publications

  Algumas reflexões sobre moral sexual no Brasil - Artigo

Submitted By:   criscasty
Author Name:  Maria Luiza Macedo de Araújo - Doutora em Filosofia, Mestre em Psicologia, Professora do Mestrado em Sexologia da UGF
Published:  0000-00-00

Website:  http://www.sbrash.org.br/portal/files/pdf/algumas_reflexoes_sobre_moral_sexual_no_brasil.pdf
  Description:   O artigo visa a discussão de uma das vertentes de pensamento que teriam influenciado a forma de pensar e articular o assunto “sexo” dentro do contexto da nossa cultura, que é o pensamento católico. Entendemos que a abrangência do estudo do pensamento católico enquanto forma de discussão da sexualidade e moral sexual se torna importante devido à grande influência que a Igreja teve no Brasil como norteadora de consciências num passado não muito remoto. Reconhecemos, entretanto que na atualidade, esta influência é bem menor, devido à rapidez dos meios de comunicação e à globalização com a conseqüente veiculação de todo tipo de mensagem que poderá transformar ou reforçar atitudes, crenças e valores. Nosso trabalho procura contextualizar historicamente a formulação da moral sexual no Brasil pois entendemos que as questões sexuais estão intimamente ligadas à cultura de cada povo e à forma de articulação da moral e cidadania.
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  Indigência sexual e afetiva

Submitted By:   criscasty
Author Name:  Frei Betto
Published:  0000-00-00

Website:  http://carosamigos.terra.com.br/da_revista/edicoes/ed87/frei_betto.asp
  Description:   A pesquisa da Unesco sobre a sexualidade da juventude brasileira, divulgada este ano, é no mínimo preocupante. Como ressaltou Jorge Werthein, representante do organismo da ONU no Brasil, há aspectos positivos, como o repúdio à promiscuidade e a busca de mais conhecimento sobre a questão. Os jovens brasileiros tendem a iniciar a vida sexual mais cedo (entre 11 e 14 anos) e consideram desimportante a virgindade. Mas nem sempre se protegem contra as DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) e a Aids, e tendem a discriminar os homossexuais. Ano passado, acompanhei uma pesquisa realizada no Ceará. Indicava o aumento da gravidez precoce e a diminuição dos casos de aborto. As meninas, com certeza induzidas por exemplos televisivos, preferem assumir a “produção independente”, ainda que isso implique riscos de abandono da escola, ingresso na prostituição e mais criança na rua. Na pesquisa da Unesco, 14,7 por cento das entrevistadas admitiram ter engravidado, pela primeira vez, entre 10 e 14 anos. O Unicef constata que a educação escolar de uma menina vale, na América Latina, em termos de efeitos sociais, pela educação de cinco meninos. Quanto mais escolaridade da mãe, menor o índice de natalidade e maior o período de vida do filho. São as mães que assumem, sempre mais, a chefia da família, e são também as principais transmissoras de valores e sentidos aos filhos. O que me espanta é que os jovens se queixem de que têm poucas fontes de conhecimento da sexualidade. Só nas últimas décadas, as escolas começaram a introduzir o tema nas salas de aula, assim mesmo com ênfase na higiene corporal, tendo em vista as DSTs. A família, aos poucos, começa a derrubar tabus, exceto nas classes populares, onde a falta de conhecimento obriga os jovens a aprenderem “na rua”, como se dizia na minha geração. Hoje, “aprende-se” na televisão. Primeiro, com a exacerbação do voyeurismo, tipo Big Brother. É o bordel despejado, via eletrônica, no quarto das crianças ou na sala da casa. Sem que famílias, escolas e igrejas cuidem da educação do olhar de crianças e jovens. Em minha adolescência, em Belo Horizonte, havia cineclubes, onde aprendíamos, nos debates após a exibição dos filmes, a distinguir obras de arte do mero entretenimento. Por que as escolas não exibem, em vídeos, clipes publicitários, trechos de filmes e telenovelas, programas humorísticos? Não há melhor caminho para despertar a consciência crítica, o discernimento, que debater em grupo as mensagens implícitas quanto, por exemplo, à dignidade da mulher num quadro de humor ou o fetiche do carro numa peça publicitária. Os animais têm uma sexualidade atávica, presos a seus ciclos libidinosos. Talvez essa herança instintiva, acrescida de tabus religiosos, nos impeça de falar da sexualidade com a mesma liberdade com que tratamos a geografia e a história do nosso país. E, quanto menos se fala, mais bobagem se faz. O melhor seria a televisão, com o seu poder de irradiação, entrar em detalhes a respeito de menstruação e masturbação, homossexualismo e machismo, castidade e promiscuidade. Mas nem sempre interessa tratar esses temas às claras. O tabu reforça o mistério, que excita a imaginação, que alimenta o voyeurismo, que atrai milhares de telespectadores à exibição de produtos que imprimem à sexualidade o sabor libidinoso da pornografia. Ao contrário da realidade, a fantasia não conhece limites… E dá-lhe delegacias de mulheres, e a proliferação de assédios e estupros, e o preconceito aos homossexuais. Suponho que 99 por cento da humanidade case algum dia. Mas tenho certeza de que a grande maioria é obrigada a improvisar nessa opção tão importante. Pois, se ainda estamos nos primórdios da educação sexual, falta muito para atingirmos a idade da pedra da educação afetiva. Que eu saiba, uma única instituição se dedica a preparar noivos para o casamento – a Igreja. Fora disso, não há nenhuma didática que sistematize, para proveito alheio, a convivência conjugal, a educação dos filhos, os valores da família, as fases da sexualidade do casal, o modo de dialogar com os filhos sobre vida sexual e afetiva, o descasamento e o recasamento, o universo da homossexualidade etc. Em conseqüência, cada um que faça o próprio caminho, à base do improviso, repetindo erros que poderiam ser evitados se houvesse, em nossa sociedade, espaços e recursos de educação para o amor. Outro dia deparei, num hospital público, com uma menina de 13 anos, toda machucada porque havia sido espancada pela mãe. Estava grávida. Isso, a mãe aceitou. Mas ficou revoltada quando a menina declarou não saber quem é o pai. Pois havia participado da dança do “trenzinho” num baile funk: rapazes sentados, a braguilha aberta, as garotas sem calcinha pulando de colo em colo… O que me chocou não foi tanto o ritual orgíaco. Mas a carência, o vazio, a subjetividade inconsútil, a busca desenfreada de afeto reduzida àquela espécie de “roleta-russa”. Não se trata de imoralidade, e sim de amoralidade, como entre os répteis. Porque estamos começando a ter vergonha de assumir valores, cultivar o espírito e fazer projetos. Nos escombros da modernidade, tudo é aqui-e-agora, my brother. E, quando o desemprego, o baixo nível da educação, a violência, a desagregação familiar nos fecham as cortinas do horizonte da felicidade, o jeito é apelar para o prazer imediato, epidérmico, já que a vida se reduz a um jogo de sobrevivência e a morte pode estar nos espreitando na próxima esquina. Frei Betto é escritor, autor de Alfabetto - Autobiografia Escolar (Ática), entre outros livros.
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